Quando recebo um artista para um trabalho de divulgação, gosto de pensar no que aquela passagem pode proporcionar. Quais histórias podemos contar? Quem ele pode conhecer? Que conexões fazem sentido para sua trajetória e para a cidade que o recebe?
Foi com esse olhar que conduzimos, pela UNNA, a assessoria de imprensa da primeira passagem de André D’Lucca pelo Paraná. Com produção da Piada Interna, o ator apresentou “Homens Não Prestam e Outras Verdades” em Arapongas, Londrina e Maringá, e tivemos a oportunidade de aproximar o público de sua história, de seu humor e da pessoa por trás dos trabalhos no teatro e na televisão.
Geramos mais de 28 pontos de contato com a imprensa, entre publicações em portais, divulgação em rádio e participações na rádio e na TV Tarobá. Uma presença construída com pauta, relacionamento com as redações e acompanhamento para que cada entrevista tivesse espaço para uma boa conversa.

E André tinha muito para compartilhar. Sua trajetória, suas experiências e a forma como interagia com os apresentadores renderam momentos de humor, mas também de sensibilidade. Foi muito bacana acompanhar o carinho com que ele foi recebido e ver essa troca aparecer também nas redes sociais.
Entre os compromissos, fizemos questão de apresentar um pouco de Londrina. Levamos André à cafeteria Dona Guca para conhecer o café e o brownie da casa, e a agenda também abriu espaço para visitas a grupos de teatro e encontros com pessoas que fazem a cultura da cidade acontecer.
Pode parecer um detalhe em meio à divulgação de três apresentações, mas eu acredito muito no valor desses momentos. Quem chega para trabalhar também pode conhecer, experimentar e criar uma relação com o lugar. E quem recebe tem a oportunidade de trocar experiências com um artista que traz tanta história.
É assim que gosto de trabalhar e é esse olhar que levo para a UNNA: estar perto, perceber possibilidades e cuidar para que o assessorado encontre oportunidades que façam sentido para ele. Às vezes, uma conversa fora da agenda rende uma nova história, um conteúdo espontâneo ou uma conexão que continua depois da viagem.
Na passagem de André pelo Paraná, tivemos espaço na imprensa, encontros com a cultura local e boas histórias para contar. Fica também a satisfação de ter ajudado um artista a se sentir acolhido em sua primeira visita à nossa região.

Seu trabalho também tem histórias que merecem ser conhecidas. Vamos conversar?










